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As vantagens do formato digital sobre o processo analógico

No mundo real, tanto o som quanto a imagem (luz), são sinais analógicos. O processo de digitalização consiste na conversão de um dado analógico para um formato de representação digital, um código binário, passível de ser armazenado e manipulado pelo computador.






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No alvorecer da Informática, à época da invenção dos primeiros “cérebros eletrônicos”, a idéia predominante era usar a computação analógica, mais adequada às técnicas matemáticas então dominantes. Com o tempo, porém, a solução digital mostrou possuir mais vantagens e, hoje em dia, substitui completamente o uso de sinais analógicos no processamento da informação.

Uma das vantagens é a eliminação de ruídos indesejáveis. Nos sinais analógicos, como os produzidos por uma agulha de toca-discos, por exemplo, o ruído provocado por arranhões ou acúmulo de poeira no disco de vinil, é interpretado como parte do som original.




Praia Lacustre - Jijoca- Lagoa Azul - Ceará
Praia Lacustre - Jijoca - Lagoa Azul - Ceará
Foto Christian Knepper


Mesmo durante o processo de gravação, pode haver interferências não planejadas que atrapalham uma audição fiel da obra musical.

Já nos sistemas digitais, capazes de entender apenas dois números, qualquer sinal diferente do código binário, quer dizer, qualquer coisa que não seja zero ou um, é descartada. Por essa razão, o som proveniente de um CD produzido digitalmente é mais “limpo”, embora muita gente prefira ouvir música com um som mais “sujo”, num disco gravado pelo método analógico.

Outra vantagem do sistema digital em relação ao analógico é a enorme capacidade de compactação de dados. Como um sinal digital não passa de uma seqüência de números, estes podem ser compactados para reduzir drasticamente o tamanho do arquivo. Para se ter uma idéia, a informação armazenada em um CD-R com capacidade para 650 MB e cerca de 12 cm de diâmetro, teria de ocupar todo um arquivo de cinco gavetas, com, em média, 2.500 folhas de papel por gaveta, totalizando 12.500 páginas de documentos. E a tecnologia de armazenamento e de compactação de dados não para de se desenvolver.



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Com tamanhas vantagens, o mundo analógico vai sendo convertido para o digital em ritmo acelerado. Quase tudo que foi produzido em papel, acetato, filme, vinil, fita magnética e outros suportes, está sendo digitalizado. Quase todo o saber, acumulado pela escrita, imprensa, cinema, fotografia, rádio e televisão, durante séculos da história humana, está sendo armazenado e disponibilizado, gratuitamente, para qualquer pessoa que acesse a Internet, onde se estima que já existam cerca de 100 bilhões de sites públicos.

Isso só é possível graças à tecnologia digital, uma assombrosa revolução que hoje permite realizar o antigo sonho de guardar todo o conhecimento em um único prédio, como na grande biblioteca de Alexandria, que, por volta de 300 a.C., chegou a abrigar cerca de meio milhão de pergaminhos. A diferença é que, num futuro próximo, quando todos os arquivos do mundo forem completamente digitalizados, o fabuloso “prédio” poderá ter o tamanho de um iPod, com inimagináveis 50 Petabytes de capacidade.

Embora o mundo real ainda utilize uma quantidade excessiva de papel, graças ao mundo digital não estamos mais condenados a nos afogar num mar de celulose, o que seria um irônico apocalipse. Para ter idéia do destino que nos aguardava, basta dizer que, nos últimos 50 anos, geramos a mesma quantidade de informação que nos 5 mil anteriores. E presume-se que esse número irá duplicar nos próximos 2 anos. E que, em 2010, o volume de informação duplicará a cada 11 horas.

Agora que temos onde armazenar tudo isso, esperemos apenas que a qualidade não seja prejudicada por essa quantidade vertiginosa de informação.
Em tempo, 50 Petabytes equivalem a:
51.200 Terabytes
52.428.800 Gigabytes
53.687.091.200 Megabytes
54.975.581.388.800 Bytes (quase 55 trilhões de bytes)



 

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